Diversidade na Alerj

Bancada feminina aumentou para 21,4% na Alerj, totalizando 15 mulheres, em comparação com as eleições de 2018, apenas 12 haviam sido eleitas.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) também contará com a primeira deputada transsexual, Dani Balbi, do PCdoB, doutora em literatura pela UFRJ e professora da Escola de Comunicação Social. Uma mulher indígena, a Índia Armelau, do PL e outra asiática, Elika Takimoto do PT, professora, escritora, graduada em Física pela UFRJ,  também fez o mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia, doutorado em Filosofia pela UERJ e é coordenadora de Física do Cefet. 

Também houve um aumento de parlamentares que se autodeclaram pretos, pardos, indígenas e asiáticos, serão 24 deputados que não se consideram brancos, com uma porcentagem de 32,2%. 8 se declaram pretos, 24 pardos, além da Índia Armelau e a asiática Elika Takimoto. Em 2018, não foram eleitos asiáticos e indígenas, os pardos eram 14 e apenas 5 se autodeclaravam pretos. 

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Débora Barroso

Estudante de ciências sociais e colaboradora da ComCausa.