Familiares de da menina Kemilly fazem manifestação em frente a DHBF

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Kemilly Hadassa Silva
Kemilly Hadassa Silva

Neste domingo, parentes e vizinhos de Kemilly Hadassa Silva se reuniram em frente à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), exigindo uma resolução rápida do caso. O primo da mãe, Suelen da Silva, está sob custódia e prestando depoimento.

O suspeito, parente da vítima, foi detido pela população na Rua Pernambuco, em Cabuçu, Nova Iguaçu, no domingo pela manhã, escapando por pouco de um linchamento graças à intervenção da polícia do 20º Batalhão da PM.

De acordo com testemunhas, o suspeito confessou o crime, alegando que Kemilly foi vítima de estupro e assassinato, provocando indignação na comunidade. A família afirma que o suspeito teria esquartejado Kemilly e ocultado seu corpo, mostrando marcas de sangue na casa do primo, embora a Polícia Civil ainda não tenha confirmado a morte.

Manifestantes clamam por justiça, denunciando a brutalidade do crime. A tia-avó acusa que “picotaram minha neta”, enquanto o tio diz que queimaram as roupas da menina.

A situação é tensa, com a polícia investigando o caso com urgência.

Em meio à dor e à angústia, a família apela à comunidade para unir esforços na busca pela criança desaparecida, na esperança de encontrá-la sã e salva. Qualquer informação relevante pode ser repassada às autoridades locais.

Para fornecer informações, ligue para o Disque Denúncia no número 21 2253-1177.

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