Brasil

Projeto valoriza ancestralidade de pessoas idosas em comunidades tradicionais

Uma nova oportunidade para valorizar as pessoas idosas em comunidades tradicionais está aberta pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

A pasta está recebendo propostas de Organizações da Sociedade Civil (OSC) que atuem nas áreas de cultura e economia sustentável, com foco na memória, oralidade, ancestralidade e inclusão produtiva desse segmento populacional.

Os projetos culturais devem ter como objetivo registrar, manter e divulgar a cultura das pessoas idosas de Povos e Comunidades Tradicionais, por meio de produtos audiovisuais, livros, biografias, museus locais, oficinas, exposições e outras atividades relacionadas ao artesanato, música, lazer, culinária e práticas tradicionais de saúde (parteiras, benzedeiras, erveiras, rezadeiras), entre outros temas.

Os projetos de economia sustentável devem visar a inclusão produtiva com a promoção de tecnologias sustentáveis, valorizando os recursos naturais locais, as práticas e saberes das pessoas idosas de Povos e Comunidades Tradicionais. As propostas podem envolver a estruturação de espaços para promoção da economia sustentável que contemplem a participação de pessoas idosas e projetos autossustentáveis que utilizem recursos naturais de forma não predatória, reduzindo danos ao ecossistema/biodiversidade e respeitando o ciclo de recomposição dos recursos renováveis dos Territórios Tradicionais.

O valor de referência para as propostas é de até R$ 150 mil. As entidades selecionadas assinarão termo de fomento junto ao MDHC. A expectativa é de que o resultado seja publicado até 28 de dezembro.

O prazo para envio das propostas é 10 de dezembro deste ano e a previsão é de que sejam selecionadas até cinco iniciativas pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos do MDHC.

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Débora Barroso

Jornalista comunitária e colaboradora da ComCausa.